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    Projetos associativos dependem de financiamento e interesse
    ILHA EXÓTICA Representantes dos nove países elogiam o destino escolhido
    Está a decorrer, desde segunda-feira, a semana formativa organizada pela AJITER na ilha Terceira e dirigida a trinta profissionais e dirigentes associativos ligados à juventude de nove países distintos. DI foi saber o que esperam os representantes desses mesmos países da iniciativa "Facilitation Skills for youth workers and NGO Leaders" e qual a sua primeira impressão da ilha.
    Para Cristina Aggelaki, a representante grega que concilia os estudos com o desempenho de funções de líder numa organização não governamental (ONG), esta formação em facilitação significa uma "aprendizagem de novas competências e o melhoramento pessoal", que será posteriormente transmitido no seu âmbito profissional.
    Uma perspetiva partilhada por todo o grupo que, na manhã de ontem, dedicou-se a elaborar um "mapeamento mental" do conceito de "facilitação", o principal motor desta formação, e fomentando, ao mesmo tempo, o contato interpessoal e a troca de conhecimentos e de experiências.
    "O grupo fundiu-se bastante bem, até porque temos todos o mesmo objetivo de incorporar a agenda europeia" e difundi-la pelos jovens, diz Ben Charles, do Reino Unido. O objetivo final, segundo Andrei Daicer, da Roménia, é "mostrar que somos todos iguais, todos europeus".
    Ainda assim, diz o representante britânico que o alcance poderia ser maior caso houvesse mais financiamento às instituições de juventude e a este tipo de projetos internacionais, já que "a maioria de nós está disponível" para ingressar em mais iniciativas deste género, só não tem recursos suficientes para tal.
    "Existe bastante dinheiro, só que não está bem distribuído", diz Ion Sanchez, acrescentando Andrei Daicer que "o sistema não é perfeito", mas ainda permite algumas facilidades.
    Por isso, "é essencial que as pessoas, principalmente os jovens, se tentem manter informados acerca deste tipo de iniciativas", diz Cristina Aggelaki, e que não fiquem "parados a desmotivar em casa, na sua bolha", como Ion Sanchez diz que acontece em Espanha com os jovens desempregados.
    CONHECER A ILHA
    A primeira opinião sobre a ilha parte de uma portuguesa, Filipa Lagoa, que reside em Leiria e faz parte de uma ONG que promove programas interculturais, tendo decidido viajar para os Açores pela primeira vez e encarando a iniciativa da AJITER como uma oportunidade de conhecer um pouco mais do território do seu país.
    "Às vezes pensamos que as férias e viagens se fazem só para o estrangeiro, mas também temos bons destinos por cá", diz a representante portuguesa. Já Cristina Anggelaki diz que o seu interesse por este destino se baseou na sua curiosidade de como seria viver numa ilha, longe de tudo.
    "Estamos habituados a que os territórios, mesmo sendo ilhas, estejam todos próximos uns dos outros" e que as viagens se façam de forma mais simples, afirma.
    No fundo, todos acham a ilha exótica e esperam que os próximos dias sirvam também, para além da formação, para conhecer o resto da ilha e, quiçá, no futuro, o resto do arquipélago.
    Os países representados nesta iniciativa da AJITER, que decorre de 9 a 18 de março, na Academia da Juventude e das Artes da Ilha Terceira, são: Reino Unido, Itália, Hungria, Espanha, Croácia, Grécia, Roménia, Lituânia e Portugal. Os trinta participantes têm entre 23 e 42 anos de idade.

    Jornal Diário Insular
    Quinta-Feira, dia 12 de Março de 2015

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